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	<title>The Luckiest</title>
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		<title>The Luckiest</title>
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		<title>Lost?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 03:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Danny]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Yoshiki então teve certeza que não era nada com ele, ou que pelo menos não era só pessoal. Depois de perceber, respirou fundo antes de tocar no assunto. - E você, Aya? Como tem passado? - Eu? - Sim. Como foram as férias? - Eu detesto o verão. - Eu sei. Como foi o seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=53&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-53"></span>Yoshiki então teve certeza que não era nada com ele, ou que pelo menos não era só pessoal. Depois de perceber, respirou fundo antes de tocar no assunto.</p>
<p>- E você, Aya? Como tem passado?</p>
<p>- Eu?</p>
<p>- Sim. Como foram as férias?</p>
<p>- Eu detesto o verão.</p>
<p>- Eu sei. Como foi o seu verão?</p>
<p> </p>
<p>Aya não respondeu de prontidão. Olhou para baixo, reflexiva. Logo depois, olhou para cima, revelando lágrimas que lutavam bravamente no canto de seus olhos, lutando para que não escorressem pelo rosto.</p>
<p>- Por que nossas conversas têm sido rodeadas de tristeza ultimamente? &#8211; preocupou-se Yoshiki.</p>
<p>- Não sei&#8230; Talvez não merecemos outra coisa.</p>
<p>- Aya&#8230; O que aconteceu?</p>
<p>- Não sei, Yoshiki. Tudo de ruim, eu acho.</p>
<p>- Tem a ver com Danny?</p>
<p>- Claro que tem. Tem a ver com tudo na minha vida. Me sinto perdida, sem rumo, sem razão. Pra tudo. Não sei porque ainda venho trabalhar, não sei se vou à faculdade semana que vem, quando começarem as aulas&#8230;</p>
<p>- Aya, que derrotismo é esse? Não combina com você.</p>
<p>- O que combina comigo, Yoshiki? Ser feliz? Porque isso nunca combinou comigo.</p>
<p>- Não é assim. Você não pode jogar os momentos bons por causa de uma fase difícil. Você sempre me diz isso.</p>
<p>- Aprendeu comigo, né? Não sei de onde eu tiro essas frases de auto-ajuda.</p>
<p>- Sabe de onde? De você, das coisas que você vive e viveu. Ah, deixa de ser boba. O mundo não vai acabar por causa do Danny. O que aconteceu?</p>
<p>- Eu não sei mais quem sou eu, Yoshiki. Não sei o que faço, não sei porque vivo nesse mundo, só magoo as pessoas que estão por perto.</p>
<p>- Por que diz isso?</p>
<p>- Eu faço mal às pessoas, Yoshiki. Não quero isso. Elas não merecem&#8230;</p>
<p>- Você nunca me fez mal, Aya. Por que isso agora?</p>
<p>- Porque eu sou uma idiota, Yoshiki. Desculpe, eu preciso voltar.</p>
<p>- Mas assim? Nem conversamos direito.</p>
<p>- Outra hora. Senão eu não vou conseguir trabalhar. Não sei porque eu preciso disso, mas enfim&#8230;</p>
<p>- Está bem&#8230; Promete que vamos conversar logo? Posso vir te pegar aqui depois do estágio?</p>
<p>- Não sei, Yoshiki&#8230; Não sei que horas eu saio.</p>
<p>- Eu vou estar aqui. Eu espero.</p>
<p>- Não precisa.</p>
<p>- Eu vou estar aqui.</p>
<p>Aya não respondeu. Apenas tratou de voltar logo ao trabalho. Yoshiki ficou realmente preocupado com a atitude de Aya. Já tinha visto a prima em situações difíceis, mas ela nunca se entregava a esse derrotismo. Isso era novidade para Yoshiki, já que a prima sempre tem repulsa de atitudes assim. Aya realmente não era assim. Não se reconhecia mais, não sabia para onde ir. Sentia-se perdida, mesmo sem ter onde ir&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Yoshiki resolveu dar uma volta, saber um pouco do mundo. Não aguentava mais ficar em casa por causa de tantos dias preso. Mas não conseguia pensar em outra coisa, a não ser em Aya e o que poderia ter acontecido. Por um momento, quase ligou para Danny, para saber a versão dele, mas pensou que isso poderia apenas piorar a situação. Resolveu esperar para ouvir de Aya.</p>
<p>Quando deu quase o horário de Aya sair, voltou ao prédio. A moça gentil da recepção perguntou se gostaria de avisá-la, mas Yoshiki disse que não precisava; achou que Aya poderia se sentir um pouco pressionada. E tudo o que Yoshiki queria saber era da prima, não por curiosidade, mas estava preocupado. O que poderia ter mudado tanto, em tão pouco tempo? O que poderia ter acontecido nesse breve período em que ficou desligado do mundo? Tinha suas próprias perguntas para responder, no entanto deixou isso de lado, estava realmente preocupado. Começou a pensar nas possibilidades: já sabia que tinha a ver com Danny. Yoshiki então se lembrou, das vezes em que viu Aya mal, e de seu período mais difícil, porém não conseguia achar conexão. Na verdade, tinha medo que tudo isso tivesse um nome: Phill.</p>
<p> </p>
<p>NP: Madredeus &#8211; As Ilhas Dos Açores</p>
<p>Lavender Diamond &#8211; I&#8217;ll Never Lie Again</p>
<p>The Gathering &#8211; Travel</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/53/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=53&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Summer&#8217;s End</title>
		<link>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/11/14/summers-end/</link>
		<comments>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/11/14/summers-end/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 01:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki]]></category>

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		<description><![CDATA[O verão estava quase acabando. E com ele, as férias. Aya considerava isso bom; gostava de descansar como todo ser humano, mas era bom manter-se ocupada também. Isso signficava encontrar os amigos da faculdade todos os dias novamente. Sempre combinava de fazer milhares de coisas durante as férias, mas sempre saíam uma ou duas vezes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=46&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O verão estava quase acabando. E com ele, as férias. Aya considerava isso bom; gostava de descansar como todo ser humano, mas era bom manter-se ocupada também. Isso signficava encontrar os amigos da faculdade todos os dias novamente. Sempre combinava de fazer milhares de coisas durante as férias, mas sempre saíam uma ou duas vezes no máximo.</p>
<p>A gravação do álbum de Alice durou o verão. Pelo menos a parte mais difícil. Agora era trabalhar em mixagens e etc. Yoshiki trabalhou muito em cima do disco, e o resultado é que quase não viu a luz do Sol no verão. Assim, manteve-se concentrado, sem tempo para pensar ou fazer nada além daquilo.</p>
<p> </p>
<p>- Finalmente acabamos. &#8211; disse Alice.</p>
<p>- Pelo menos por enquanto. Agora vocês merecem um descanso, e acho que eu também. &#8211; disse Yoshiki.</p>
<p>- Acho que você é o que mais merece um descanso. Ficou enfurnado aqui mesmo quando não estávamos gravando.</p>
<p>- Faz parte do processo. Sabe como sou; se tenho uma idéia, é melhor levá-la até o fim antes que ela vá embora. Agora temos que ver se ficou como vocês queriam.</p>
<p>- Tenho certeza que sim. Vai nos ajudar no resto também?</p>
<p>- Claro que sim. Não fiz todo o trabalho pra alguém colocar as mãos e sujar tudo, não é? Mas isso podemos fazer com mais calma.</p>
<p>- Ah sim&#8230; marcamos isso, ok?</p>
<p>- Sim.</p>
<p>- Bom Yoshiki&#8230; Então acho que é isso.</p>
<p>Yoshiki achou aquele momento estranho. Passara dias e noites ao lado de Alice, gravando. Quando não estavam gravando, estavam juntos da mesma forma, nos intervalos. Ela e a banda foram praticamente seus únicos contatos durante esse tempo. Yoshiki não se permitiu sair muito, nem ter muito contato com o mundo lá fora. Procurou não saber de quem mais queria saber. Assim cortava o elo com a dor. Ou pelo menos tentava. Sentia que assim, fazia algo por si próprio.</p>
<p>A desconexão agora era estranha. Olhava para Alice, com um sorriso no rosto e a mão estendida para despedir-se. Como cliente e produtor. Yoshiki retribuiu o sorriso, e também o cumprimento.</p>
<p>- Até mais, então, Alice. Cuide-se.</p>
<p>- Você também, Yoshiki.</p>
<p> </p>
<p>Apesar do trabalho não ter acabado ainda, Yoshiki sentia ter cumprido sua missão com Alice. Era para aquilo que tinha se proposto a fazer, e fez. Era a forma que tinha para ajudá-la. E ficou feliz de poder fazê-lo. Ficou feliz que era só isso que sentia, por mais que algo ainda o cutucasse, por mais que algo ainda o fazia ter pensamentos no passado. Sentia que isso ia ficando pra trás &#8211; algo que só podia ver agora, com os olhos de hoje. E assim, parecia que todo o sofrimento, toda a dor que sentia, estava finalmente justificado.</p>
<p>Yoshiki e Aya não se falaram muito no verão, o que era estranho para Yoshiki. Sentia falta da prima. Mas não se falaram muito depois da última conversa. Sentiu-se mal por não saber como ela estava, o que estava fazendo. Decidiu então fazer uma surpresa. Sabia que Aya estava no estágio aquela hora, e que estava quase no horário do almoço. Correu até lá para que pudesse almoçar juntos.</p>
<p> </p>
<p>- Aya? Há um rapaz no hall, disse que lhe conhece.</p>
<p>- Quem é? Daniel? Ele não me disse que viria.</p>
<p>- Não&#8230; Aliás, um rapaz bonito&#8230; Yoshiki.</p>
<p>- Yoshiki? Ah, é meu primo&#8230;</p>
<p>Aya achou um tanto estranho, e até se preocupou. Tratou de ir logo até lá.</p>
<p> </p>
<p>- Yoshiki? O que faz aqui?</p>
<p>- É bom te ver também, Aya!</p>
<p>- Desculpe&#8230; Oi, Yoshiki. É que estou surpresa.</p>
<p>- Bom, eu vim aqui pra saber se você quer almoçar. Você almoça, né?</p>
<p>- Na verdade eu ia pedir alguma coisa pra comer aqui mesmo, e&#8230;</p>
<p>- Ah, sério? Comer na frente da tela do computador? Ah não, que vida é essa&#8230;</p>
<p>- Olha quem fala! Quem não come nem desgruda daquele estúdio vem me dar conselhos agora?</p>
<p>- Bem, eu estou aqui, não?</p>
<p>- Por que não está no estúdio?</p>
<p>- Acabamos.</p>
<p>- Humm&#8230; Vocês&#8230; acabaram? &#8211; ironicamente.</p>
<p>- Por enquanto. Fizemos todas as gravações. Agora, é resto, digamos.</p>
<p>- Sei&#8230; Bom&#8230; Eu não posso demorar.</p>
<p>- Você não sabe falar &#8216;sim, obrigada pelo convite, eu vou almoçar com você?&#8217;</p>
<p>- Você entendendo, está OK!</p>
<p>Quem via de fora, poderia até pensar que os dois estavam se desentendendo. Mas um sabia como entender o outro.</p>
<p> </p>
<p>- Gostei desse restaurante. Pelo menos, fome você não passa por aqui.</p>
<p>- Aqui é bom mesmo.</p>
<p>- Aya, percebi você um pouco quieta&#8230; Desculpe, eu sei que fiquei meio afastado, mas você sabe como sou, eu fico concentrado de verdade. Eu queria que acabasse logo, de certa forma. E também me ajudou&#8230; A esquecer um pouco.</p>
<p>- Esquecer de Marie?</p>
<p>- Sim&#8230; Tem notícias dela?</p>
<p>- Não&#8230; Eu deixo isso por sua conta.</p>
<p>- Não sei&#8230; Acho que agora falta coragem para ir atrás disso. Parece tão distante agora&#8230;</p>
<p> Quem estava distante era Aya. Yoshiki percebia que Aya não olhada em seus olhos quando falava, que estava cabisbaixa, muito quieta para quem não se via há muito tempo. No início, pensou que pudesse estar chateada, talvez magoada com sua ausência. Mas sentia que não era com ele. Então, reparou que A~ya não estava mais com sua aliança.</p>
<p> </p>
<p>NP: Metallica - To Live Is To Die</p>
<p>Lavender Diamond &#8211; Please</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/46/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=46&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Eve</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Second Love</title>
		<link>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/09/08/second-love/</link>
		<comments>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/09/08/second-love/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 04:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Marie]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Yoshiki estava empenhado no trabalho com Alice. A banda gravou por um dia inteiro algumas faixas, nas quais Yoshiki trabalhou dias sem sair de casa. Quando tinha idéias para produzir um disco, gostava de dedicar-se exaustivamente. Acreditava que assim trabalhava da melhor forma, embora ninguém concordasse. Aya era uma delas.   - Você é louco. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=44&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Yoshiki estava empenhado no trabalho com Alice. A banda gravou por um dia inteiro algumas faixas, nas quais Yoshiki trabalhou dias sem sair de casa. Quando tinha idéias para produzir um disco, gostava de dedicar-se exaustivamente. Acreditava que assim trabalhava da melhor forma, embora ninguém concordasse. Aya era uma delas.</p>
<p> </p>
<p>- Você é louco. Aposto que nem está comendo direito.</p>
<p>- Admito que não estava. Mas hoje já estou terminando, me desligando um pouco. Senão fico louco, né? Não é bom ficar tanto tempo na mesma coisa, senão já não distinguo mais nada.</p>
<p>- E como foram esses dias?</p>
<p>- Foram produtivos. A banda é muito boa, muito criativa. As idéias fluiam facilmente, deu tudo certo. Acho que ficará bom, Aya. Precisa ouvir.</p>
<p>- Sim, preciso. Mas sei que, em tudo que você põe a mão fica bom, eu acredito.</p>
<p>- Aya, não tire o crédito da banda. Se não fossem eles&#8230; E somente eles, esse disco não teria ficado bom.</p>
<p>- Você diz isso porque acha que estou atacando a Alice, mas não é isso. Não tenho nada contra ela&#8230; musicalmente falando.</p>
<p>- Ok. Pode parar com a ironia e chegar ao ponto.</p>
<p>Aya se espantou porque Yoshiki foi um pouco seco ao dizer isso. Como a velocidade do pensamento é mais rápido que um piscar de olhos, em menos de 10 segundos, passou pela cabeça de Aya, a cena de Yoshiki gravando com Alice, eles se dando extremamente bem, Yoshiki feliz por estar ao lado de Alice novamente, Yoshiki se afundando, Yoshiki se cegando, ficando até mesmo contra ela.</p>
<p>- Calma&#8230; Não quis ofender.</p>
<p>- Não ofendeu. Só me fala onde quer chegar.</p>
<p>- Lugar nenhum, tá? Pode parar de ficar na defensiva.</p>
<p>- Não estou na defensiva.</p>
<p>Aya se aborreceu com o primo, algo que não acontecia há muito tempo para quem passa muito tempo juntos. Não queria conversar, então decidiu que iria embora. Yoshiki percebeu, e nem entendia como esse aborrecimento havia acontecido.</p>
<p>- Calma aí, nervosinha. Deixa eu terminar umas coisas? Já saio do estúdio. Você vai me levar pra tomar um sorvete porque deve estar um calor infernal lá fora, eu finalmente vou ver o sol depois de alguns dias, e a gente vai conversar.</p>
<p>Aya não respondeu, apenas saiu do estúdio e foi esperar na sala. Estava mesmo irritada, e era bem orgulhosa quando estava irritada com alguém. Ainda mais quando sabia que tinha razão. Mas, tinha razão no que nisso tudo? Sabia mesmo que estava provocando Yoshiki em relação a Alice. Mas o que a irritou mesmo foi a idéia dele possivelmente ter sido contaminado por ela em questão de dias. Mas foi só uma idéia, sabia que não tinha acontecido de fato. Começava a se preocupar.</p>
<p>Saíram pra tomar o tal sorvete. Aya não falava nada no caminho. Yoshiki tambem não, porque sabia que Aya estava irritada, e nem conseguia fazer um contato visual, já que Aya colocou um pesado óculos escuros. Yoshiki se sentia injustiçado, mas mesmo assim não sabia como chegar na prima, e não queria entregar-se ao orgulho. Ficou aliviado quando a caminhada terminou e eles entraram na sorveteria. Decidiu falar o que achava que Aya queria ouvir, embora soubesse que não devia explicações a ninguém. Mas com Aya era diferente.</p>
<p> </p>
<p>- Foram dias cheio de trabalho. Nem tive tempo pra pensar em nada, o que de certa forma é bom.</p>
<p>- Não teve tempo pra pensar em quê? No que gostaria de ter pensado?</p>
<p>- Eu pensei em muitas coisas, sim. Quando descansávamos, era estranho estar ao lado de Alice. Ver uma pessoa, lembrar de outra. Eu via Alice de hoje, lembrava da Alice de ontem. Doía&#8230; Era triste. É triste sentir que perdemos alguém. Hoje ela é outra pessoa. Por tanto tempo, o que eu mais queria era um momento com ela&#8230; E quando eu finalmente tive, algo balançou aqui dentro. Algo s quebrou, como uma decepção. Algo como, &#8216;tarde demais&#8217;.</p>
<p>Aya sentia uma lágrima vindo, mas Yoshiki se conteve. Aya percebeu que aquele abatimento não era de tantos dias trabalhados sem ver o sol. Era sempre assim quando falava de Alice antigamente. A face da derrota.</p>
<p>- Embora isso tenha sido o que sonhei por muito tempo, percebi que esse sonho foi em vão. Como se eu tivesse criado a idéia de perfeição sem saber o que era perfeito de verdade. Alice era uma concepção, uma idéia, depois desses anos todos, sonhando. E eu não quero isso. Desde que Alice voltou, eu sempre soube. Mas acho que precisava sentir isso quebrando dentro de mim.</p>
<p>Yoshiki finalmente caiu em lágrimas. Aya sentiu um desespero nessas lágrimas, e sentiu-se com aquela velha sensação de impotência.</p>
<p>- E agora, o que eu mais quero, novamente eu não posso ter. Uma vez foi a Alice, agora vou criar o conceito Marie? Eu não quero isso de novo. Não quero sentir, quero rasgar meu peito e fazer tudo que sinto de ruim, e mesmo o que sinto de bom, que é o que cria o que me faz mal, ir embora. Não quero sonhar, planejar, imaginar como ela está, não quero tudo de novo. Mas eu não posso evitar&#8230; de novo.</p>
<p>Aya queria contar da conversa que teve com Marie, mas não sabia se era o certo a fazer. Ao ver o desespero de Yoshiki, parece que tudo valeria. Mas precisava pensar. Não podia criar uma expectativa que pudesse não existir.</p>
<p> - Yoshiki, você ainda não lutou. Dê um tempo, você sabe que ela precisa disso. A última vez que se viram foi ruim. Deixe o tempo dizer o que vai acontecer.</p>
<p>- Deixar o tempo construir meus muros novamente&#8230; É isso o que vai acontecer.</p>
<p>- Talvez. Eu sei como é esse sentimento de desespero de que nada vai dar certo. Mas não é o fim. Acredite nisso. Você pode fazer muito ainda.</p>
<p>- Não sei&#8230; Não sei se quero percorrer esse caminho de novo.</p>
<p> </p>
<p>Aya sabia que essa história realmente não teve um fim. Como havia dito a Danny, quando duas pessoas se amam de verdade, elas encontram um jeito. Isso acalentava um pouco, pois sabia que realmente se amavam. Talvez Yoshiki pudesse se acalmar também, mas não sabia como Marie ainda se sentia. Aya odiava esses desencontros do coração. Por que as coisas não poderia ser mais fáceis?</p>
<p>Do outro lado da rua, havia uma floricultura. Lírios brancos reluziam e chamaram a atenção de Aya. Lembrou-se então, que Lilium significa &#8216;amor eterno&#8217;. A beleza das flores era uma das coisas que acalmavam seu coração.</p>
<p> </p>
<p><em>NP: The Marriage &#8211; Jan P. Kaczmarek</em></p>
<p><em>Discovery &#8211; Virgo</em></p>
<p><em>Somewhere Over The Rainbow/What a Wonderful World &#8211; Israel Kamakawiwo&#8217;ole</em></p>
<p><em>Separate Ways &#8211; Andre Matos</em></p>
<p><em>Second Love &#8211; Pain Of Salvation</em></p>
<p><em>Forever Love &#8211; X Japan</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/theluckieststory.wordpress.com/44/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/theluckieststory.wordpress.com/44/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=44&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>When love is not enough</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 03:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Danny]]></category>
		<category><![CDATA[Liz]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo que Aya queria no momento era pensar em outra coisa. Sentir aquela sensação indo embora, então logo se lembrou do que havia de bom em sua vida. Ligou para Danny, e marcou um encontro rápido, já que não tinham muito tempo de se ver durante a semana. Claro que não precisavam de desculpas pra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=40&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo que Aya queria no momento era pensar em outra coisa. Sentir aquela sensação indo embora, então logo se lembrou do que havia de bom em sua vida. Ligou para Danny, e marcou um encontro rápido, já que não tinham muito tempo de se ver durante a semana. Claro que não precisavam de desculpas pra se verem, mas Aya disse que estava com saudades, apenas. E era pura verdade. Saudades do presente.</p>
<p> </p>
<p>Aya encontrou-se com Danny em sua casa. Os pais de Danny sempre voltavam tarde do trabalho. Não havia nada pronto para comerem, então resolveram fazer um lanche. Aya adorava cozinhar, mas não estava no clima.</p>
<p>- Como foi seu dia? Foi conversar com a Marie?</p>
<p>- Fui, Danny. Ela está melhor do que eu imaginava&#8230; Mas a história dela e do Yoshiki é complicada.</p>
<p>- É triste&#8230; Eles se amam, e não conseguem ficar juntos.</p>
<p>- Eu sei. Isso me incomoda, mas no fundo, eu sei que alguma coisa vai acontecer. Eu acredito de verdade que, quando duas pessoas se amam, elas conseguem ficar juntas. Problemas sempre existirão&#8230; Mas cabe a eles driblarem isso. Eu gosto de pensar assim.</p>
<p>- Que bom. Às vezes me pergunto se o amor é suficiente.</p>
<p>- Eu também me faço essa pergunta. Mas é como acabei de falar, eu acredito que enquanto há amor, é possível dar certo. Se duas pessoas se machucam, por problemas, por dificuldades&#8230; E elas resolvem dar as costas um ao outro, o amor se transforma. Não posso dizer que essas duas pessoas nunca mais vão se amar, ou que não se amam mais. Mas o amor transforma&#8230;</p>
<p>- Não sei por que quando escuto você dizer isso, me dói o coração. Me preocupa.</p>
<p>- Por quê?</p>
<p>- Porque eu vejo alguma coisa nos seus olhos, que me dizem algo que você não consegue me dizer em palavras.</p>
<p>Aya suspirou por um momento. Sentiu que deixou escapar algo que não deveria. E o problema não eram as palavras, e sim o peso delas sobre ela.</p>
<p>- Não se preocupe, Danny. Não é nada disso. Sabe que se estivesse mal com alguma coisa, eu diria a você.</p>
<p>- Eu sei. Mas me preocupo do mesmo jeito. Às vezes&#8230; Não sei&#8230; Sinto que me protege de alguma coisa.</p>
<p>- Não é isso. Não se preocupe, ok?</p>
<p> </p>
<p>Aya o abraçou. Sentia Danny respirando fundo, e pensando na mentira que tinha acabado de dizer. Claro que protegia Danny. Protegia-o do incômodo que sentia em relação a tantas coisas. Ao mesmo tempo que queria dizer para que tudo isso fosse embora, tinha medo de machucá-lo. Mas talvez já fosse tarde demais. Estava fazendo isso sem que percebesse.</p>
<p>Liz, a irmã de Danny, juntou-se a eles. Liz era a típica adolescente revoltada da família. Estava no colegial, não gostava de ir a escola, de estudar, os pais recebiam reclamações do colégio, escapava das aulas com os amigos. Odiava ter Danny como o modelo de irmão mais velho. Apesar disso, se davam bem. Liz sempre pedia conselhos a Danny sobre sua vida amorosa. Danny era o típico irmão ciumento. Ao mesmo tempo que odiava a irmã saindo com caras que não conhecia, nunca negava um conselho a ela. Tinha esperança que Liz criasse juízo. Aya e Liz se davam bem também. Liz também era bem ciumenta em relação ao irmão, mas não admitia.  </p>
<p>Aya ainda ficou um tempo com eles conversando, mas resolveu ir embora antes que os pais de Danny chegarem. Aya não gostava muito de sua futura sogra, embora nunca tenha tido um problema com ela, e vice-versa. Simplesmente não sentia algo de bom nela.</p>
<p>Despediu-se dos dois, e retornou pra casa. No caminho, fez um balanço do dia. Apesar de levemente atordoada com o que lhe acontecera, sentia que era bom ter Danny ao seu lado. E que isso, no momento, era mais importante que outra coisa do passado, embora nada ficasse muito claro em sua mente.</p>
<p>Talvez fosse o Verão.</p>
<p> </p>
<p><em></em></p>
<p><em>NP: Leaving Entropia &#8211; Pain Of Salvation</em></p>
<p><em>You Learn About It &#8211; The Gathering</em></p>
<p><em>Every Stranger&#8217;s Eyes &#8211; Roger Waters</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/theluckieststory.wordpress.com/40/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/theluckieststory.wordpress.com/40/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/40/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=40&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Spell</title>
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		<comments>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/09/06/spell/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 04:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Phill]]></category>

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		<description><![CDATA[Aya odiava admitir, mas sempre sentia-se perdida, enfeitiçada, sempre que via Phill. Sentia raiva de si mesmo nesse momento. Afinal já fazia tanto tempo que não se viam, que não se falavam, e todo esse tempo pareceu não existir. Parecia um dia depois de cada dia que passou ao seu lado em um lugar obscuro do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=36&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aya odiava admitir, mas sempre sentia-se perdida, enfeitiçada, sempre que via Phill. Sentia raiva de si mesmo nesse momento. Afinal já fazia tanto tempo que não se viam, que não se falavam, e todo esse tempo pareceu não existir. Parecia um dia depois de cada dia que passou ao seu lado em um lugar obscuro do passado.</p>
<p>Não foram muitos esses dias. E nunca estiveram juntos de verdade. Na verdade, não conseguia definir nada em relação a ele. Ele era a exceção, em tudo. Nada de cavalo branco, ou de rosas vermelhas. Talvez seria fácil defini-lo como a pessoa errada, aquela, que todo mundo diz que procura para divertir-se enquanto não encontra a pessoa certa. Mas geralmente as pessoas não têm noção de quem é a pessoa certa ou errada em tão pouco tempo.</p>
<p>Aya sempre soube que Phill era a pessoa errada.</p>
<p>Sabia que pra ele seria sempre não. E sempre foi fácil dizer não.</p>
<p>Aya não se lembra quando caiu nesse feitiço, mas lembra que aconteceu tão de repente, que realmente parecia haver algo de mágico. Aya culpava aquele profundos olhos verdes. Mas ninguém se deixa levar por um belo par de olhos.</p>
<p>Era o que havia naqueles olhos.</p>
<p>Phill era a alma mais intrigante que já havia cruzado seu caminho, até então. Uma alma atormentada por tanto desespero, angústia, tristeza, frustrações, perdas. Era a derrota em pessoa. Aya sempre tentou ajudar, e muitas vezes ajudou, com uma boa conversa. Mas Aya nunca poderia entender totalmente o que Phill sentia, porque nunca havia sentido algo assim. Perder parte de si, por perder alguém.</p>
<p>A verdade é que Aya ainda vivia em sua redoma. Mas obviamente não sabia disso. Aya sempre sentiu necessidade de sair dela. Sempre quis tentar o outro lado. Aya sempre sentiu necessidade de querer conhecer o lado obscuro, o lado que todos escondiam, talvez porque, no fundo, sempre lutou para esconder o seu. E talvez não quisesse mais esconder o que havia dentro de si. Queria conhecer-se melhor, e entender Phill, ou pelo menos tentar, a ajudou nessa tarefa.</p>
<p>Só não sabia que seria um caminho sem volta.</p>
<p> </p>
<p><em>The Kill &#8211; 30 Seconds To Mars</em></p>
<p><em>The Prelude &#8211; Toshiyuki Mori</em></p>
<p><em>Neverland &#8211; Minor Piano Variation - Jan A.P. Kaczmarek</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/theluckieststory.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/theluckieststory.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=36&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Echoes</title>
		<link>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/07/31/echoes/</link>
		<comments>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/07/31/echoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 03:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Phill]]></category>

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		<description><![CDATA[Aya e Marie conversaram por mais algum tempo. A conclusão que Marie tirou da situação é que Yoshiki deveria seguir em frente, sem ela. Pelo menos por aquele momento. Em sua cabeça, pesava a idéia de Alice com Yoshiki, que poderiam voltar, e preferia nem estar viva a saber disso. Parecia exagero, mas não era. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=30&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aya e Marie conversaram por mais algum tempo. A conclusão que Marie tirou da situação é que Yoshiki deveria seguir em frente, sem ela. Pelo menos por aquele momento. Em sua cabeça, pesava a idéia de Alice com Yoshiki, que poderiam voltar, e preferia nem estar viva a saber disso. Parecia exagero, mas não era. Seria doloroso demais. Isso também mostrou a ela o quanto ainda amava Yoshiki e não queria perdê-lo, mas não sabia como tê-lo de volta. Achava que era preciso mais do que simplesmente voltar. Precisava se reconstruir. Tinha esperança de que o tempo fosse generoso com ela, com seu coração. Com o coração de Yoshiki.</p>
<p>Aya não saiu com a sensação de missão cumprida como gostaria, mas fez o que podia. Entendeu a delicada situação, ou tentava entender, e não sabia o que poderia fazer para ajudar o primo. Também estava preocupada, apesar de tudo que Yoshiki dissera, de que tivesse uma recaída por Alice. Mas acreditava que seu coração batia por Marie agora. Mas por quanto tempo?</p>
<p>Aya estava na estação do metrô, aguardando-o.  Era um pouco antes do horário de pico, a estação já estava um pouco cheia, principalmente porque o trem estava demorando a vir. Reparou que havia uma exposição de fotos na plataforma, e já que o trem demorava, decidiu ver. Gostava de artes, em todas as suas formas. Não perdeu tempo e foi ver.</p>
<p>Eram fotos em preto-e-branco, retratando cenários, pessoas, fatos comuns, rotineiros. E mesmo coisas tão casuais pareciam bonitas através da lente de quem as sabia captar. Conforme ia vendo as fotos, lembrou de alguém que provavelmente iria gostar daquelas fotos. Gostava de compartilhar coisas bonitas quando encontrava, e sentiu um certo pesar porque dessa vez, não poderia compartilhar com a pessoa que veio à sua mente.</p>
<p>Teve então, uma surpresa, e um susto. A última foto. Aquela sombra, aquele jardim&#8230; Não lhe era nada estranho. Engoliu em seco, sentiu uma lágrima se formando, e lutando para manter-se ali em seu olho, até que secasse. Não era possível. Algo lhe corrompia dentro de si, enquanto não conseguia pensar em nada, e não conseguia tirar os olhos daquela foto em preto-e-branco. Não teve coragem de olhar para o nome do expositor, tentando encontrar alguma saída para aquele tormento. Até que ouviu uma conhecida voz.</p>
<p>- Gostou das fotos?</p>
<p>Aya relutou em virar-se. Mas precisava reagir. A lágrima secara, pois havia prometido a si mesma que nunca mais derramaria lágrimas por causa desse sentimento que a matava por dentro.</p>
<p>- Sabia que tinha algo seu nisso.</p>
<p>- Bem, todas são. Lembra dessa foto? &#8211; apontando para a foto que a fez estremecer.</p>
<p>- Claro&#8230; Não poderia esquecer.</p>
<p>Aya bem que gostaria de ter mentido, mas a verdade é que esta foto era mesmo inesquecível. Mostrava um pequeno jardim, florido, e a sombra de alguém de cabelos compridos, buscando flores. Aquela sombra era de Aya, e embora não aparecesse seu rosto, nem nada, era a foto mais bonita que haviam tirado dela. Como bem dizia a legenda foto: &#8220;Essência&#8221;.</p>
<p>A vida pregava uma nova peça. Aya não sabia porque andava pensando muito em coisas passadas, que a faziam sofrer, trazendo tudo à tona, até que deparou-se com o passado. Era Phill que estava ali, promovendo sua pequena exposição.</p>
<p>Phill ocupava um lugar no passado de Aya, o lado mais sombrio, mais escondido, o mais doloroso.</p>
<p>- Gostou da exposição?</p>
<p>- Sim&#8230; Muito bonita. Parabéns.</p>
<p>- Espero que não se importe de eu ter usado a foto.</p>
<p>- Esta? Ah, claro que não. Nem há como saber que sou eu nesta foto&#8230;</p>
<p>- Claro que é possível. Esta sombra não me engana&#8230; E rodeada de flores. Só poderia ser você.</p>
<p>Aya odiava ficar sem resposta. Odiava ter que responder com os olhos, então simplesmente não olhou nos olhos de Phill. Tinha um problema com isso. Com Phill, sempre houve uma ligação inexplicável, uma comunicação com os olhos, como não costumava acontecer com outras pessoas. Odiaria sentir essa conexão novamente, ao mesmo tempo que pensava em virar-se, e perceber que talvez não existisse mais conexão. Era sempre uma reviravolta dentro de si, uma confusão de paradoxos lutando entre si. Decidiu então procurar pelo trem, que havia chegado. Na verdade, desde que viu sua foto, haviam passados dois trens e nem se dera conta.</p>
<p> </p>
<p>- Já vai?</p>
<p>- Sim, estava só de passagem.</p>
<p>- Meio irônico dizer isso numa estação de metrô.</p>
<p>- Pois é. Deveria escolher um lugar melhor para expor suas fotos. Todos passam muito depressa por elas.</p>
<p>- Talvez seja essa a inteção. Assim como todos passam depressa pela vida.</p>
<p>&#8220;Só se for pela sua&#8221;, pensou Aya. Conflitava agora um sentimento de pena e raiva. Pena, porque Phill sempre parece sozinho. Raiva, porque ele sempre quis ser exatamente assim.</p>
<p> </p>
<p><em>NP: Twisted Mind &#8211; Avantasia</em></p>
<p><em>The One &#8211; Elton John</em></p>
<p><em>Beautiful Lie &#8211; 30 Seconds To Mars</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/theluckieststory.wordpress.com/30/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/theluckieststory.wordpress.com/30/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/30/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=30&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>The Story Ain&#8217;t Over</title>
		<link>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/07/11/thestoryaintover/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 04:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Marie]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que por enquanto não conseguia se resolver, Aya foi atrás de resolver problemas alheios. Pediu tempo à Yoshiki, para que na verdade ela pudesse conversar com Marie. E foi o que fez. Marcou um encontrou, e ao contrário do que Aya imaginava, Marie aceitou prontamente. - Como vai, Aya? Faz tempo que não nos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=29&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que por enquanto não conseguia se resolver, Aya foi atrás de resolver problemas alheios. Pediu tempo à Yoshiki, para que na verdade ela pudesse conversar com Marie. E foi o que fez. Marcou um encontrou, e ao contrário do que Aya imaginava, Marie aceitou prontamente.</p>
<p>- Como vai, Aya? Faz tempo que não nos vemos. É até estranho.</p>
<p>- É verdade. É estranho quando pessoas da nossa convivência&#8230; somem.</p>
<p>- Eu não sumi, só me mudei. Sabe como me encontrar e aqui estamos. E então?</p>
<p>- Bom, Marie, primeiro, eu queria saber como você está, de verdade.  Fiquei preocupada desde que foi embora.</p>
<p>- Fico feliz que tenha se preocupado comigo. Senti sua falta, sabia? Mas eu estou bem, Aya. Estou melhor do que quando estava lá. Eu sentia que estava me afundando, e não sabia como me levantar. E o que mais me doía é que eu sentia que levava Yoshiki junto comigo.</p>
<p>- Eu entendo isso&#8230; Mas o que eu não entendo, é por que quando estava com ele não conseguia fazer nada do que faz hoje? Por que, por exemplo, não voltou a trabalhar enquanto estava com ele? Lembro de várias vezes que ele lhe falava sobre isso.</p>
<p>- Aya, isso é uma coisa que nem eu mesma entendo. Eu não entendo até hoje porque precisei sair de perto de Yoshiki pra me reerguer. Apesar de todo o apoio que ele me deu, eu não conseguia. Me sentia presa, de certa forma. Eu sei que vai parecer ingratidão, dessa forma. Mas acho que o que me fazia mal, de certa forma estava ligado à ele. E talvez isso não me permitisse crescer novamente. É o que eu penso, sinceramente.</p>
<p>Aya não sabia o que dizer. Não entendia o que Marie dizia, mas ao mesmo tempo fazia sentido. Pelo jeito que a conversa continuava, Aya temia pelo primo. Sentia que Yoshiki iria sofrer com tudo isso.</p>
<p> </p>
<p>- Eu o amo, Aya. Eu amo muito o Yoshiki, mas não consigo. Não agora. Acho que eu preciso disso, e ele também. O dia em que nos encontramos no restaurante, eu fui uma idiota. Tentei mostrar uqe a vida continua  da pior maneira, mas ao mesmo tempo achava que era a maneira menos dolorosa pra ele, através da raiva. Não sei como pude pensar isso&#8230; é a pior maneira de dizer algo a alguém. Eu nem consegui sentir raiva da atitude dele, porque eu sabia como estava sendo idiota.</p>
<p>- É, Marie&#8230; Ele acha que você nem é mais a mesma.</p>
<p>- Eu queria que ele acreditasse nisso.</p>
<p>- Eu não entendo por quê&#8230;</p>
<p>- Pra quem sabe, ele poder se apaixonar novamente. Pela antiga Marie, pela nova Marie, ou por outra pessoa. E ser feliz. Esquecer tudo o que passou. É o que eu desejo&#8230; Há muitas coisas que eu quero esquecer.</p>
<p>- Marie, ele ainda te ama, e muito. Deveria conversar com ele.</p>
<p>- Ainda não, Aya. E por favor, não fale sobre essa conversar com ele, está bem? Confio em você.</p>
<p>- &#8230; Entendo.</p>
<p>Aya sentia-se traindo a confiança do primo, mas ao mesmo tempo era para seu bem. Aquelas palavras de Marie não faziam sentido naquele momento, mas Aya matutou e acabou entendendo, de certa forma.</p>
<p> </p>
<p>- Sabe quando o procurou esses dias? A Alice.</p>
<p>-&#8230; Aquela Alice?</p>
<p>- É. Yoshiki vai produzir um álbum dela.</p>
<p>Marie ficou cabisbaixa. Aquilo a golpeou, doeu. Alice sempre foi o fantasma na vida dos dois. Aya não sabia ao certo se deveria falar, mas já tinha começado. Sentia traindo Yoshiki novamente, mas ao mesmo tempo queria ver a reação de Marie. Era óbvio que não iria gostar, já que dizia que ainda o amava.</p>
<p> </p>
<p>- E como está Yoshiki com isso?</p>
<p>- Está bem. Reagiu muito bem. Fiquei com medo quando a vi no estúdio, confesso. Mas ele está bem, sabe, ele superou isso já&#8230;</p>
<p>- Eu acho que ele nunca vai superar&#8230;</p>
<p>- Não é bem assim. Ele mesmo disse que estava bem, e estava bem porque viu que as coisas são diferentes do que imaginava. Nem ele tinha idéia de que tinha superado essa história. Eu acredito que não há mais espaço para essa história na vida dele&#8230; Foi bonito, foi sofrido e tudo mais. Não está mais preocupado em enterrar tudo isso, em superar. Ele já o fez.</p>
<p>- E podemos ter certeza de coisas assim? Isso sempre me incomodou. Sempre.</p>
<p>Yoshiki sabia disso. E agora, lamentava-se, pois percebeu que às vezes não se dava na relação como Marie, exatamente por manter um pé nas más lembranças. Era feliz com Marie, sempre foi, mas aquela tristeza toda que sentia por causa da história mal resolvida com Alice sempre destoava, às vezes em maior ou menor grau. Isso o cegava, não permitia ver o que diante de si. Sentiu-se mais triste ainda, percebendo isso. Queria tanto Marie perto dele&#8230; Sentia sua falta, em tudo que fazia. E sentia que ela tinha ido embora por sua causa. Questionava se tinha sido um bom companheiro como ela merecia. E a resposta que vinha à sua cabeça era &#8220;não&#8221;. Sentia que havia tanto ainda a fazer por ela, que havia tanto pra viver ao seu lado. Sentia que aquela história não havia terminado.</p>
<p> </p>
<p><em>NP: Fields Of Gold &#8211; Eva Cassidy</em></p>
<p><em>Salka &#8211; Sigur Rós</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/theluckieststory.wordpress.com/29/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/theluckieststory.wordpress.com/29/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=29&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Extremos</title>
		<link>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/07/09/extremos/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 05:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Marie]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://theluckieststory.wordpress.com/?p=28</guid>
		<description><![CDATA[ - Como vocês está? - Bem. Yoshiki olhou para Aya, e sorriu. Entendia a preocupação da prima, mas estava realmente bem. - Posso perguntar? - Claro. O que quer saber? - Como foi vê-la depois de tanto tempo. - Doloroso&#8230; - Mas você disse que estava bem. - E estou. Mas calma, não me deixou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=28&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> - Como vocês está?</p>
<p>- Bem.</p>
<p>Yoshiki olhou para Aya, e sorriu. Entendia a preocupação da prima, mas estava realmente bem.</p>
<p>- Posso perguntar?</p>
<p>- Claro. O que quer saber?</p>
<p>- Como foi vê-la depois de tanto tempo.</p>
<p>- Doloroso&#8230;</p>
<p>- Mas você disse que estava bem.</p>
<p>- E estou. Mas calma, não me deixou terminar de responder.</p>
<p>- Tá bem&#8230; continue.</p>
<p>- Como eu disse, foi doloroso. Ela apareceu na minha porta e eu devo ter reagido como se tivesse visto um fantasma. Ela se manteve estática, sorrindo, mas ela tinha uma vantagem, ela já sabia que me viria. Eu fui pego totalmente de surpresa. Apesar de ter sido um leve soco no estômago, também fiquei feliz quando a vi.</p>
<p>- E depois?</p>
<p>- Depois começamos a conversar e o nervoso foi passando&#8230; Ela foi falando da banda, da música, e eu tentei colocar meu lado produtor à frente. Deu certo porque fiquei mais descontraído. Conversamos muito tempo sobre música. Depois de um certo tempo, acabamos chegando no assunto que realmente queríamos chegar, acho.</p>
<p>- Sobre vocês?</p>
<p>- Sobre a vida. Como ela andou, como eu estava. Conversamos um pouco por cima, mas foi bom. Fiquei feliz de ver que ela está bem, que superou problemas que a faziam infeliz&#8230; Ou pelo menos está lidando bem melhor com eles. Porque acho que existem coisas que não superamos às vezes&#8230; Mas aprendemos a lidar de forma que&#8230; não sei, que dê pra levar adiante, não é?</p>
<p>- Acho que sim&#8230;</p>
<p>- Foi bom conversar com ela e ver que está bem.</p>
<p>- Mas e você? Ficou bem com isso?</p>
<p>- Aya, não é fácil, claro. Mas quando eu lhe disse que estava tudo bem, eu realmente quis dizer isso. Não foi fácil, doeu, dói. Não vou mentir. Mas foi bom ver aquele velho rosto aqui hoje. E ver que eu posso olhar pra ela sem querer chorar, sem querer sumir. Sem querer me despedaçar de novo&#8230; Você sabe que demorou tanto pra eu me juntar novamente. Mas eu fiquei feliz por mim, também. De ver que eu consigo viver com isso, apesar de cutucar. Eu só acho que cutucou na verdade porque&#8230; Porque foi muito tempo sem ver ou sem saber dela.</p>
<p>- Acho que entendo&#8230; Mas e agora? Vai produzir a banda dela?</p>
<p>- Acho que sim. Eles são bons. Não é só porque é a Alice&#8230; Ela sempre compôs coisas bonitas. E ela está trabalhando com pessoas competentes.  Ela já tem a gravadora, e eles vão lançar o disco primeiro na Europa, já têm tudo planejado. Então acho que produzi-los vai ser legal.</p>
<p>- Como acha que vai ser vê-la sempre enquanto produzir o álbum?</p>
<p>- Você quer me testar.</p>
<p>- Mais ou menos&#8230; Quero saber seu limite.</p>
<p>- Não acho que vá ser mal, no sentido de ser realmente mal pra mim. Não digo que não é estranho. Mas sabe o que isso tudo me fez perceber?</p>
<p>- O quê?</p>
<p>- Que eu não sinto mais falta do meu passado. Eu sinto falta do meu presente. E meu presente&#8230; ainda é Marie.</p>
<p>- Então, é possível mesmo enterrar tantas feridas?</p>
<p>- Eu acho que sim. Acho que elas não se curam totalmente&#8230; Não quando é tão profundo assim. Talvez seja como perder um rim, um pulmão, um braço, perder parte de você&#8230; Tem como substituir? Não. E você não consegue substituir o que foi perdido. E é também como aquela dor fantasma de quem perde um membro e ainda sente dor nesse mesmo membro. Não está mais lá, mas você sente. Se nosso organismo, nosso cérebro que é tão preciso, se engana, porque nosso coração, nossas emoções também não podem se enganar? Mas infelizmente algumas respostas demoram a chegar porque compreendemos isso tão pouco&#8230;</p>
<p>- E agora? Como vai resolver essa falta do presente?</p>
<p>- Não sei, Aya. E é aí que mais uma pergunta se cria: será que a Marie que amei já faz parte do meu passado? Já que a Marie de alguns dias atrás não parecia mais a mesma que conheci&#8230; Estou de novo caindo no erro de sentir falta do meu passado?</p>
<p>- Acho que está se precipitando. Deveria dar uma nova chance a ela, conversar com ela. Não acredito que as pessoas possam mudar tanto de repente&#8230; Digo&#8230; Não sei, acho que podem&#8230;</p>
<p>- Experiência própria, hum?</p>
<p>- Posso dizer que sim. Mas sabe que cada um é cada um. Converse com ela. Sabe que tem que tentar.</p>
<p>- Eu sei. Só falta coragem agora&#8230;</p>
<p>- Dê um tempo. Além do que, eu acho que ela deve estar muito brava com o que você fez&#8230;</p>
<p>- Eu sei. Eu estava com raiva. Nunca agiria assim com ela nem com ninguém&#8230; É estúpido dizer isso, mas eu só agi assim porque a amo demais. Ninguém mais me faria agir dessa forma, tão desesperada.</p>
<p>- Realmente soa estúpido&#8230;</p>
<p>- Err&#8230;</p>
<p>- Mas é verdade. Uma única pessoa pode nos levar ao céu e ao inferno&#8230; Pode nos levar aos extremos.</p>
<p>- Então é verdade que amor e ódio andam juntos.</p>
<p>- Talvez. Mas você sabe&#8230; não é assim&#8230; é?</p>
<p>- Acho que não. Mas e você? Como estão as coisas?</p>
<p>- Normais, acho.</p>
<p>- Acha? Normal? Normal não é bom.</p>
<p>- Não? Anormal é bom, então?</p>
<p>- Ah, você entendeu. Quando as coisas estão bem, ninguém responde que está normal! Aí já tem algo de errado&#8230; Normal quer dizer tédio.</p>
<p>- Ah, que rebelde&#8230;</p>
<p>- Você entendeu.</p>
<p>- É&#8230; talvez tenha razão. Não acho que normal seja bom. Se eu não respondi que as coisas estão bem, isso não deve ser normal. Ah, enfim&#8230;</p>
<p>- O que não anda bem?</p>
<p>- Acho que nada&#8230;</p>
<p>- Como assim, nada? E você não me diz nada?</p>
<p>- Ah, você deveria saber que eu não saio falando&#8230;</p>
<p>- Bem, isso é verdade. Desculpe, eu ando meio relapso.</p>
<p>- Não precisa se desculpar. Você não precisa ouvir o problema dos outros quando se está cheio de outros.</p>
<p>- Bom, não precisa me enrolar. Desembucha.</p>
<p>- O problema é que&#8230; Ah, o problema deve estar&#8230; O problema deve ser eu. Eu não ando bem, consequentemente nada à minha volta anda bem, nada funciona. Ando cansada, abatida, pensativa, pensando em coisas que não me fazem bem, e nem entende porquê&#8230; Espero que seja só mais uma fase&#8230; Pior que nem TPM é.</p>
<p>- É muito estranho como vocês têm esperança na TPM. De que isso tudo se vá com a chegada da menstruação&#8230; Ser mulher deve ser esquisito&#8230; Muito hormônio no coração&#8230;</p>
<p>- O pior que é assim pra muitas pessoas&#8230; Eu queria que fosse assim pra mim também. Pelo menos eu me livraria de muitos problemas com uma semana de chatice, iria valer a pena menstruar&#8230; Enfim, papo estranho.</p>
<p>- Você é amaldiçoada, não tem TPM&#8230;</p>
<p>- Engraçado, algumas diriam que eu sou sortuda.</p>
<p>- Eu sei, estava sendo irônico&#8230;  Bem, sendo TPM ou não, espero que passe.</p>
<p>- Eu também&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Yoshiki não quis perguntar à prima o que havia de errado. Desconfiava, e se estivesse certo, preferia não tocar no assunto, que era quase um tabu. Mas entendia, o que lhe fazia mal, realmente lhe fazia muito mal, assim como era com ele, embora percebera que não havia mais nada pra se preocupar com o passado. Estava de bem consigo mesmo, depois de muito tempo. Mas estava preocupado com Aya agora. Yoshiki se abria quando precisava, mas Aya não fazia o mesmo. Não era fácil fazê-la conversar quando estava mal, então achou melhor não pressionar. Diria quando estivesse pronta.</p>
<p> </p>
<p><em>NP: Set The Fire To The Third Bar &#8211; Snow Patrol [Feat. Martha Wainwright]</em></p>
<p><em>Gone Too Far - Allen &amp; Lande</em></p>
<p><em>I&#8217;ll Stand By You &#8211; Rod Stewart</em></p>
<p><em>The Forgotten Ones &#8211; Allen &amp; Lande</em></p>
<p><em>Frozen &#8211; Madonna</em></p>
<p><em>The End Of August &#8211; Yanni</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/theluckieststory.wordpress.com/28/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/theluckieststory.wordpress.com/28/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/theluckieststory.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/theluckieststory.wordpress.com/28/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=28&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Muralhas</title>
		<link>http://theluckieststory.wordpress.com/2008/07/09/muralhas/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 05:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Danny]]></category>

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		<description><![CDATA[Danny sentia que havia algo errado ultimamente, mas não sabia o que era. Aparentemente, estava tudo bem com Aya. Conversavam, riam, ouviam música juntos, fazia tudo o que sempre fizeram. Mas algo andava diferente. As conversas eram rasas, sobre coisas do dia-a-dia. Não havia nada de errado com isso, mas sentia falta das conversas que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=26&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danny sentia que havia algo errado ultimamente, mas não sabia o que era. Aparentemente, estava tudo bem com Aya. Conversavam, riam, ouviam música juntos, fazia tudo o que sempre fizeram. Mas algo andava diferente. As conversas eram rasas, sobre coisas do dia-a-dia. Não havia nada de errado com isso, mas sentia falta das conversas que tinham antigamente.</p>
<p>Também pudera, não se viam mais com tanta freqüência: ambos estavam trabalhando e estudando muito. Apesar de estudarem na mesma Universidade, não tinha tempo pra se ver, pois estavam sempre em horário de aula. Não havia tempo para brechas. Viam-se no fim de semana, ou sempre que podiam. Danny pensava que talvez isso pudesse ter afetado um pouco a relação que tinham, que era tão mais próxima, e por causa da maldita rotina, as coisas estivessem um pouco mais devagar. Ou será que tinham ido muito rápido?</p>
<p>Desde que se conheceram, sempre tiveram longas conversas, justo os dois, que sempre se acharam sem assunto no convívio social. Mas um com outro, conversavam horrores, sobre tudo. E achavam engraçado isso. Era assunto que não faltava mais&#8230; E depois vieram as &#8220;DRs&#8221;, as discussão de relacionamento. Poderiam ficar horas falando disso.</p>
<p>Danny começou a se lembrar dessa época. Às vezes, era difícil ouvir o que Aya tinha a dizer. Em outras, era difícil dizer a Aya. Não era fácil para os dois conversarem de coisas passadas. A maioria das DRs eram assim, sobre coisas passadas, pra conhecerem um ao outro melhor, porque raramente tinham problemas na relação. Sempre foram muito abertos um com o outro, às vezes até demais. Houve uma época em que Aya não suportava mais essas DRs: não conseguia mais ouvir sobre outras garotas que já existiram na vida de Danny. Começava a imaginar como era, a pensar nos maus momentos que Danny passou, nas feridas que deixaram. Isso a deixavam mal. Danny no começo não ligava em saber da bagagem de Aya. Sabia praticamente tudo sobre Vincent e Thomas. Detestava Vincent, entre os dois. Em relação a Thomas, era apático, não ligava muito, talvez porque Aya falava menos dele. Só que Danny não sabia porque Aya não falava muito de Thomas: Aya achava que havia muitos detalhes da vida de Danny que eram parecidos com a vida de Thomas, no campo amoroso. Thomas provavelmente foi o que mais sofreu quando terminaram. E essa dor arrastou-se como um verdadeiro luto, por muito tempo. Talvez existisse até hoje, depois de muitos anos. Aya via isso em Danny também, por isso preferia não comentar muito.</p>
<p>Danny preocupava-se que poderia ser alguma coisa do passado de Aya voltando à tona. Alguma coisa incomodando-a. E se fosse, sabe que não seria nada relacionado a Thomas ou a Vincent. Só de pensar Danny sentia-se mal&#8230; Justo agora, que todas as muralhas haviam sido derrubadas. Por muito tempo, Danny construiu um muro, cada vez mais alto, para proteger-se de todas as coisas que lhe faziam mal. Claro que esse muro não é impenetrável, mas o protegia. Sabia defender-se sempre que precisava, mas odiava manter-se na defensiva. Não queria mais ter que se defender das pessoas que amava, não queria mais se proteger do mal que elas poderiam lhe causar. E foi quando encontrou Aya, que sentia que não precisava mais do muro, porque sentia que Aya se desfazia de cada tijolo junto com ele. Nunca havia sido tão sincero e tão ele como era com ela. Isso o fez derrubar todas as suas defesas, e viver livre.</p>
<p>Mas os dias passavam, e as coisas andavam estranhas. Sentia que não era a hora de conversar sobre isso. Sabe que Aya falaria quando quisesse. Mas Danny sentia um pequeno muro sendo construído novamente, para se proteger de uma eventual dor. Não queria sofrer. E sofrer agora, depois de tudo, parecia pior do que tudo que já havia passado.</p>
<p>Aliás, era engraçado a relação que tinha com Aya: nunca havia sido tão feliz com alguém. Mas ela também poderia ser a única pessoa que poderia magoá-lo profundamente. Era quem o fazia muito feliz, ou muito triste. E nos dois casos, não precisava de muito.</p>
<p> </p>
<p><em>NP: The Scent Of Love &#8211; Munich Philharmonic Orchestra conducted bt Michael Nyman</em></p>
<p><em>Avemano Orchestral &#8211; Era</em></p>
<p><em>Another Life &#8211; Mostly Autumn</em></p>
<p><em>Apart &#8211; Lacrimosa</em></p>
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		<title>Ghosts</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Aya pensava em uma música que não havia faz tempo, às vezes que nem era do seu gosto. E por alguma razão, ela surgia. Pensava em um filme velho, e ele passava na TV. Pensava em alguém, ligavam.  Eram coisas aleatórias que no momento em que eram pensadas, não faziam sentido. Mas depois, isso surgia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=theluckieststory.wordpress.com&amp;blog=4024651&amp;post=25&amp;subd=theluckieststory&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aya pensava em uma música que não havia faz tempo, às vezes que nem era do seu gosto. E por alguma razão, ela surgia. Pensava em um filme velho, e ele passava na TV. Pensava em alguém, ligavam.  Eram coisas aleatórias que no momento em que eram pensadas, não faziam sentido. Mas depois, isso surgia de alguma forma, como se fosse um aviso. Existem coisas que ninguém explica, mesmo.</p>
<p>Aya achava que era uma espécie de sexto sentido. Apesar do ceticismo, gostava de conservar um lado com um pé nas coisas inexplicáveis. Achava que dava um sentido especial a algumas coisas, que não precisava entender ou racionalizar.</p>
<p>Andou pensando em uma pessoa. E num certo dia no Verão, foi visitar Yoshiki e a encontrou.</p>
<p> </p>
<p>- Olá, Aya. Quanto tempo. Você&#8230; mudou!</p>
<p>- Olá&#8230; Alice.</p>
<p>- Alice tem uma banda, Aya. Legal, não? Estou ouvindo. Ela quer que eu os produza.</p>
<p>Aya: &#8230;</p>
<p>Alice: Não sei se é o tipo de som que curte. Lembro que gostava de umas coisas pesadas, e era bem intolerante a outras coisas&#8230;</p>
<p>Aya: Não, eu nunca fui tapada. Gosto de muitas coisas, o que é bom, é bom.</p>
<p>Yoshiki sentia a hostilidade de Aya em relação a Alice. Sempre soube que não gostava de Alice. E Alice, não gostava muito de Aya também, porque sabia que Aya interferia como podia entre os dois, porém nunca contou a Yoshiki.</p>
<p>Aya: Bom, já que está trabalhando, volto outra hora.</p>
<p>Yoshiki saiu do estúdio com Aya. Explicou que Alice apareceu do nada, depois de 7 anos que não se falavam.</p>
<p>Aya: Com tanta gente ela tinha que procurar você? E daí que você é o melhor?</p>
<p>Yoshiki: Aya, o que posso fazer? Ela apareceu, conversamos&#8230; E&#8230; Está tudo bem.</p>
<p>Aya: Bom, você sabe o que faz. Mas lembre-se de tudo que já passou. Consegue pensar sem fazer seu coração palpitar? Se quiser sofrer, se quiser se revirar novamente, você quem sabe. E você sabe que eu nunca falo isso pra você.</p>
<p>Yoshiki: Sabe o que é engraçado? Quando ela chegou, eu estava tocando &#8220;<em>The Last Song&#8221;</em> no piano&#8230;</p>
<p>Aya:&#8230; A vida é engraçada, né? Joga uns sinais.</p>
<p>Yoshiki: Vou resolver isso, Aya. Obrigado por se preocupar. Não precisa ficar se não quiser.</p>
<p>Aya: Acho que não quero mesmo. Desculpe, mas não gosto dela. Mas ao mesmo tempo fico preocupada em deixá-la com você&#8230; Mas você é bem grande e toma suas decisões. Eu volto outra hora&#8230;</p>
<p>Yoshiki: Tudo bem. Nos falamos depois. Não se preocupe, eu sei me cuidar.</p>
<p> </p>
<p>Aya deixou o apartamento de Yoshiki com um certo pesar. <em>The Last Song</em> já ecoava em sua cabeça, com toda aquela tristeza, com aquela melancolia. Sentia até calafrios só de pensar.</p>
<p>Podia ser só impressão, mas Yoshiki parecia bem, mesmo. Quando entrou no estúdio, estavam rindo, e Yoshiki não parecia rir para não contrariar, parecia que estava com um velho amigo. De certa forma, era verdade, mas um amigo não nos faz sofrer tanto, pensou Aya. Talvez ele estivesse bem. Talvez toda aquela tristeza tenha sido enterrada de vez. Será que então era possível fazer as dores mais profundas irem embora? Será que era possível ser 100% feliz, era possível conviver com isso e viver bem? Qual era a verdade nisso tudo?</p>
<p>A conclusão que tirava é que não existia a verdade única para todos. Provavelmente a dor de cada um, era mais rasa ou mais prounda, ou cada um era mais forte ou mais fraco. O problema, é que não via a sua dor indo embora da mesma forma&#8230;</p>
<p><em> &#8221;Watching the stars till they&#8217;re gone<br />
Like an actor all alone<br />
Who never knew the story he was in<br />
Who never knew the story ends&#8230;&#8221;</em></p>
<p><em>NP: Here Comes The Rain Again &#8211; Eurythmics</em></p>
<p><em>The Last Song &#8211; X Japan</em></p>
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